Divulgado o índice de infestação predial para o Aedes aegypti nas várias cidades do DF


05.12.2011

A Diretoria de Vigilância ambiental da Secretaria de Saúde divulgou o índice de infestação predial para o Aedes aegypti nas várias cidades do Distrito Federal. O trabalho desenvolvido pelos agentes da Vigilância Ambiental e dos grupos intersetoriais, que promovem ações de manejo ambiental, ações educativas e outros trabalhos preventivos durante todo o ano, renderam índice zero de infestação em Águas Claras, Riacho Fundo I e II e Santa Maria. Em outras localidades como Asa Sul, Brazlândia, Cruzeiro, Gama, Paranoá, Samambaia e Sobradinho, o índice ficou abaixo de 1%, considerado como “satisfatório”.

O levantamento de índice rápido para o Aedes aegypti foi feito em novembro mostrou que 21 localidades obtiveram índice abaixo de 0,1%. Treze cidades alcançaram entre 0,1 e 2,4% e somente uma ficou acima de 3,9%, valor considerado com risco de surto: a Colônia Agrícola Samambaia, cujo índice verificado foi de 4,5%.

O levantamento é uma metodologia que permite o conhecimento de forma rápida, por amostragem, dos índices de infestação do mosquito por localidade, e que orienta as ações de vigilância de controle do vetor, conforme explica o informativo elaborado pela Diretoria de Vigilância Ambiental.

Ainda segundo o relatório, as áreas classificadas como “ de alerta” e “de risco” terão as ações de controle intensificadas, com a visitação de 100% dos imóveis, além de subsidiar os grupos executivos intersetoriais de prevenção nas regionais de saúde no trabalho de prevenção e de mobilização social.

Esse será o caso, por exemplo, de algumas quadras em Ceilândia, Vila Vicentina em Arapoanga, algumas quadras do Recanto das Emas e algumas quadras de Sobradinho II. Também deverão passar pela mesma operação a Colônia Agrícola Samambaia, Granja do Torto, Guará I, Lago Norte, Setor de Indústrias, Asa Norte, Jardim Botânico, São Sebastião e Park Way.

Segundo o coordenador do Programa de Prevenção e Controle da Dengue no DF, Ailton Domício da Silva, é preciso que os moradores auxiliem o trabalho dos agentes durante as visitas domiciliares e que estejam atentos para a eliminação dos focos do mosquito. “Mais do que auxiliares nessa batalha, os moradores são os nossos principais parceiros. De nada adianta visitar um imóvel, orientar e eliminar o foco se, no dia seguinte, a pessoa deixar de adotar os cuidados necessários”, enfatiza.

Fonte: SES-DF

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